DR. JOSÉ RIBEIRO DA FROTA

TEXTO

CATEGORIA

DR. JOSÉ RIBERO DA FROTA, oriundo da velha cidade de Viçosa do Ceará onde nasceu a 17 de junho de 1880, pertenceu a uma família tradicional, foi moço pobre e se tornou expoente de uma classe.

DR. JOSÉ FROTA: DOCE NA FIRMEZA, FORTE NA BONDADE:

No mundo das coisas, poucas subsistem o raiar do centésimo ano. Diz-se assim dos objetos inanimados, dos negócios, dos interesses e até dos mistérios e enigmas. Falando-se dos homens, a sentença de Pedro, o Grande, também é oportuna.  Quantos podem solenizar esta alegria? Muitos poucos. Mas, se não são capazes de assistirem às suas próprias comemorações centenárias, podem, no entanto, deixar que outros encham-se de júbilo ao ouvirem as trombetas dos anos festivos. Alegram-se os espíritos com a lembrança dos que venceram a ignorância, a impassibilidade dos indiferentes e os vícios dos insensatos. Recordam-se os que combateram com diligência, dominaram os entibiados, derrotaram os desanimados. Foram campeões extraordinários na luta sem tréguas contra os apáticos, sacrificaram o próprio bem-estar, o conforto resistindo à insidiosidade do elogio barato, tornando-se patrimônio o seu povo. E, por isso mesmo, bem devemos cultuar os expoentes, os ilustres representantes dos diversos ramos do Saber, da Inteligência dos que se manifestaram na capacidade a realização, no modo de proceder e nas atitudes dos propósitos, evidenciando-se, dessa maneira, na imensa multidão dos mortais.

Todas as gerações tiveram os seus líderes, indivíduos que se destacaram do comum, que sobressaíram, convertendo-se em figuras que caracterizam épocas, classes, ambientes e nações. Ser líder é ter capacidade de dominar, de conduzir grupos, representar correntes. É influir no meio, comandando ação, formando opinião, defendendo ideias. Em qualquer profissão poderemos encontrar pessoas que possuem qualidades de chefia, patenteada, não só no prestigio pessoal, mas sobretudo, na aceitação concordante deste sentido de conciliação e harmonia que eles sabem imprimir nos locais em que atuam.

É temerário determinar, com precisão, quais as qualidades físicas ou mentais desejáveis para o pronto desempenho de tais disposições. Uns, destacam-se pelo ânimo belicoso. Estes brilham na direção das tropas, no trato com Marte, ganham batalhas, tornam-se Heróis. Outros, realçam pela índole pacífica, pelo gênio brando, pelo quieto desempenho de suas missões; são os mansos, os seráficos, os Santos Heróis, também que esperam do Alto e recompensa de suas virtudes, muitas vezes, prêmios de verdadeiras lutas internas, ganhas nos campos mais escarpados das batalhas contra as suas próprias tendências. Guerreiros ou Veneráveis, são poucos, porém.

Na mediania do honesto viver é que encontramos o maior número de distinguidos homens, que, na pureza e simplicidade sem afetação, conseguiram maiores vitórias contra o mundo que os cerca, contra todos os obstáculos que se lhes antepõem, magnetizando, modificando a fisionomia da ambiência em que se agitam. Apresentam-se na diversidade da variação que enriquece a raça humana. Colocam-se no primeiro plano pela transmissão hábil de suas artes, pelo domínio que demonstraram nas técnicas aplicadas, pela coragem da exposição e defesa das próprias convicções. Destacam-se.

Os médicos, particularmente, pela área em que militam, pelo contato direto que têm com os complexos da alma humana, pelos conhecimentos técnicos e humanísticos de que são obrigados a se armarem para a restituição da harmonia do corpo e do espírito, facilmente são tomados como indivíduos nas intervenções, se conseguem êxito nos casos em que influem. Hoje, menos do que ontem. A especialização, colocando o clínico ou o cirurgião diante apenas do reduzido trato de algumas funções de acanhados departamentos do corpo, tirou do profissional muito da ascendência que exercia sobre o cliente e sua família. Nos anos passados, o médico atingia muito de órgãos e tecidos, enveredava pelos caminhos interiores, curando almas, soerguendo pessoas. A cura de uma simples fratura, ou de um mal-estar qualquer, era motivo para fazer gerar uma confiança que condicionava amizades fraternas e duradouras que permaneciam e que se transmitiam às gerações. Era o médico de família, o orientador, o conselheiro, o conhecedor de todas as mais ocultas mazelas do corpo e da alma dos indivíduos e que, derramando um pouco da Caridade de Cristo,  conseguia tirar-se de uma doença somática os benefícios da transformação de uma vida.

O LEGADO DE UM MÉDICO DE ALMAS: DR. FROTA, SÍMBOLO DE CARIDADE E SABER.

Tivemos no Ceará exemplos de tais abnegados, desses beneméritos da humanidade no exercício de nossa bela e nobre profissão. E um deles, se vivo fosse, teria completado 100 anos no dia 17 de junho de 1980: O DR. JOSÉ RIBEIRO DA FROTA.

A referência que faço aqui tem um justo motivo, que é de oferecer aos que não o conheceram um pouco da vida de um grande médico que soube educar o seu coração, assumindo a direção de seus próprios atos, significando isto uma correspondente educação de seu espírito. O DR. FROTA enrijeceu a sua personalidade na têmpera de um verdadeiro sentido que deu à profissão que escolheu e que exerceu por mais de meio século. Para isto, além das disposições e qualidades vocacionais que possuía, somavam-se lhe a nobreza da linhagem, o extraordinário espírito de solidariedade humana e a sua indomável Caridade.

E nem só isto o impulsionou no caminho de sua excelente médica. Deu largas à sua índole de pioneirismo, procurando sempre marchar ao lado dos que haviam cerificado ser a Medicina um ramo do conhecimento humano que exige do seu exercitante uma confissão de permanente atenção ao progresso continuado da Ciência. Mas, de todos os valores que moviam as disposições morais do Dr. Frota, nenhum se iguala ao seu espírito de Caridade. Doava-se ao infortunado, como se dedicava ao rico que a ele se confiava. Aquela aparente agitação, às vezes parecendo mesmo uma certa inquietação, nada mais era do que a sua ânsia de servir mais, de consagrar-se mais, de devotar-se mais, transmitindo aos outros os efeitos dos dons que recebeu da Providencia Divina.

Durante toda a sua vida, o DR. FROTA espalhou benesses, aliviando dores, levantando ânimos, atendendo solicito no socorro dos que necessitavam de seus recursos, não só médicos, como de outras naturezas. Como bom profissional que sempre foi, soube aproveitar-se dos magníficos progressos que o início do século propiciou aos praticantes da arte de Hipócritas. Nas suas viagens ao Velho Mundo procurou abeberar-se, nas melhores fontes, dos meios mais modernos de diagnóstico e tratamento, para agir melhor, com ciência e consciência.

Frequentou serviços renomados, procurando dominar as novas técnicas cirúrgicas para aplica-las em seus concidadãos ávidos de profissionais competentes. Com a capacidade de fácil aprendizagem e melhor aplicação desses conhecimentos, amparado por excepcional habilidade manual, tornou-se o cirurgião número 1 do Ceará, atingindo a sua fama até mesmo os Estados vizinhos. 

Pedro Sampaio já disse tem sobre os preparativos intelectuais dessa formação esmerada e ordenada, que desde os bancos acadêmicos já se manifestava. Era significativo o comportamento daquele rapaz cearense, na Bahia, que nem levantava a vista do livro para examinar o novo conterrâneo companheiro de sua república. Essa rígida atitude era prenúncio de um descortinar de horizonte ilimitado na senda do Saber. Sentia-se nele o completo domínio de suas forças interiores que foram sempre dirigidas para uma meta bem definida: A personalidade que o Dr. Frota formou bem pode ser avaliada por este simples episódio. Um bom observador já poderia afirmar o seu brilhante futuro.

O seu espírito caritativo, sempre revelado, sobressaiu não só na família, ou entre amigos, mas atingiu toda a população pobre do Ceará. Na demonstração de sua liderança natural foi onde mais se evidenciou a ação do DR. FROTA. Desde a sua chegada a Fortaleza participou ele ativamente de todos os empreendimentos de naturezas sociais, intelectuais, profissionais, e altruísticos. Nome que impunha na sociedade, a sua presença em qualquer atividade, a que desse o brilho de seu concurso, logo somavam-se os que desejavam colaborar, na certeza de estarem propiciando algum bem ao semelhante, ao menos favorecidos, ou a alguma causa mais nobre.

Colocar o Dr. FROTA à frente de algum empreendimento era ter a segurança, e bom êxito da empresa. Todas as campanhas em benefício das casas de Caridade, da Santa Casa, de que foi Diretor, das Maternidades para indigentes e muitas outras entidades e obras. Tiveram sempre o seu empenho e muito bem aproveitado pelo sucesso do esforço empregado.

Como líder da classe esteve à frente de todas as sociedades representativas como Presidente do Centro Medico, para citar apenas a que mais realce deu a sua presença. Dirigiu obras particulares e públicas, destacando-se a Assistência Municipal. Podemos dizer que, nos anos das décadas de 20 a 50, todas as iniciativas da área da saúde tiveram a colaboração e a diligência do Dr. Frota; especialmente as que se relacionavam com o atendimento médico de urgência. A estes, dedicou os últimos anos de sua vida, procurando melhorar o Serviço e Pronto Socorro da Prefeitura que hoje leva o seu nome, tornando-o eficiente e um Hospital digno e uma Capital do porte da nossa cidade.

Mais de meio século de sua vida foi passado numa harmoniosa unidade do Saber e da comunhão espiritual com os seus conterrâneos na expressão de sua dedicação aos doentes que lhes eram confiados. Viveu assim o Dr. FROTA, orientando os novos, guiando os inseguros, conduzindo, encaminhando, chefiando. Ele bem estendeu o refrão popularizado pelos clubes de serviços – “QUEM NÃO VIVE PARA SERVIR, NÃO SERVE PARA VIVER”. Exerceu plenamente a profissão que escolheu, em que se realizou e que encontrou verdadeiros e devotados amigos. Tal foi a sua influência no meio médico do Ceará, que muitos colegas conterrâneos seus, puderam cumprir o que diz a Sagrada Escritura (Eclesi. 6,36): “SE TIVERES ENCONTRADO UM HOMEM SÁBIO, MADRUGA PARA IR TER COM ELE E GASTEM OS TEUS PÉS OS BATENTES DE SUA PORTA” 

RAÍZES DO CEARÁ: A LINHAGEM DOS GOMES DA FROTA:

DR. JOSÉ RIBEIRO DA FROTA, neto do Capitão Francisco Gomes da Frota, nasceu na Fazenda de Pedra, perto de Sobral, no dia 23 de setembro de 1809, faleceu no dia 6 de fevereiro de 1907, e de Inês Maria Bernardina do Monte (1ª Núpcias), casados em 7 de janeiro de 1830 e falecida em 21 de agosto de 1844 e com Ana Maria de Jesus (2ª Núpcias), não deixando filhos.

Filhos de FRANCISCO GOMES DA FROTA com INÊS MARIA BERNARDINA DO MONTE:

  1. JOAQUIM GOMES DA FROTA;
  2. FELIPE RIBEIRO GOMES DA FROTA;
  3. JOÃO GOMES DA FROTA;
  4. RITA ERMELINDA DO MONTE;
  5. MARIA BERNARDINA DO MONTE;
  6. FRANCISCA ERMELINDA DO MONTE;
  7. JOSÉ GOMES DA FROTA (JÚNIOR), desembargador, nasceu em Sobral em 2 de janeiro de 1840, casou-se com PRIMILÍVIA AVELINO RIBEIRO DA SILVA, nascida em 12 de agosto de 1846 e falecida em Fortaleza em 30 de março de 1892. O Desembargador Dr. José Gomes da Frota (Júnior), faleceu de uma síncope cardíaca em 1894 em viagem do Rio de Janeiro para o Ceará, sendo sepultado no Cemitério de Recife.                                                                          Filhos deste casal:

7.1. Francisca Ermelinda Ribeiro da Frota

7.2. DR. JOSÉ RIBEIRO DA FROTA, nasceu em Viçosa do Ceará em 17 de junho de 1880, formou pela Faculdade da Bahia em 21 de outubro de 1906 e faleceu em Fortaleza/CE em 1º de março de 1959. Casou-se com  senhora GUIOMAR CAVALCANTI ARRUDA, filha de Raimundo Leopoldo Coelho Arruda casado com Alice Cavalcanti em 06 de junho de 1891. Filhos desta união:

7.2.1. Raimunda de Arruda Frota, falecida com um ano de idade;

7.2.2. Alice de Arruda Frota, nascida a 14 de outubro de 1919. Casou-se com Trajano Augusto de Almeida nascida a 9 de setembro de 1915, filho de José Joaquim de Almeida Filho e de Emília Montenegro. Filhos desta união:

7.2.2.1. Trajano Augusto, nasceu a 25 de abril de 1949;

7.2.2.2. Heloísa Maria;

7.2.2.3. Inês Alice;

7.2.2.4. José Joaquim;

7.2.2.5. Gilda Beatriz;

7.2.3. Maria Arruda Frota nasceu a 28 de outubro de 1920. casou-se a 29 de março de 1941 com Manoel Albano Amora, escritor, nascido em 19 de outubro de 1935, filho de Carlos Albano Amora e de Amália Teixeira Albano. Filhos desta união:

7.2. 3.1. José Carlos, nasceu a 23 de julho de 1942;

7.2.3.2. Manuel, nasceu a 28 de junho de 1946;

7.2..3.3. Maria de Lourdes, nasceu a 15 de outubro de 1951;

7.2.3.4. Antônio Alexandre, nasceu a 20 de fevereiro de 1954;

7.2.3.5. Fernando, nasceu a 16 de abril de 1957;

7.2.3.6. Maria Bernadete, nasceu a 3 de fevereiro de 1959.

7.2.4. José Arruda Frota, nasceu em 18 de fevereiro de 1924 casado com Maria de Lourdes Parente de Vasconcelos, filha de José Prado de Vasconcelos e de Francisca Parente. Filhos desta união:

7.2.4.1. Guiomar;

7.2.4.2. José Arruda Frota Filho;

7.2.4.3. Leila Maria;

7.2.4.4. Rita de Arruda Frota, nasceu em 3 de junho e 1926, casada com João Firmino Ribeiro da Nóbrega, nascido em 03 de agosto de 1920, filho de Raimundo da Nóbrega e de Maria Ribeiro. Filhos desta união:

7.2.4.4.1. Ana Maria;

7.2.4.4.2. Augusto César;

7.2.4.4.3. Beatriz Helena;

7.2.4.4.4. João Firmino;

7.2.5. Francisco de Arruda Frota, nasceu a 31 de outubro de 1927, casado com Maria Alice Campos de Arruda, nascida em 7 de novembro de 1926, filha do Edgar Cavalcante de Arruda, senador e de Rita Campos Menescal. Filhos desta união:

7.2.5.1. Ana Bernadete

7.2.6. Mário de Arruda Frota, nasceu em 20 de novembro de 1928, solteira.

7.3. JOAQUIM GOMES DA FROTA, nasceu em Viçosa do Ceará, em 26 de março de 1882. É doutor em Medicina pela Faculdade da Bahia. Sua tese de doutoramento sustentada a 9 de dezembro de 1904, versou sobre úlcera infecciosa da córnea e saiu na Imprensa Moderna de Prudêncio de Carvalho, Bahia, Rua São Francisco, nº 29. Foi interno do Hospital de Santa Isabel e sócio do Grêmio dos Internos dos Hospitais da Bahia (Studart – Dic. Bio. Blibliogr. Cearense, II, Pág. 50). Faleceu em Recife/PE a 31 de dezembro de 1915. Era casado com AGENORA SANCHO FERREIRA GOMES, filha de Vicente Cesário Ferreira Gomes e de Maria Sancho.

Filhos deste união:

7.3.1. Dr. José Gomes da Frota, médico traumatologista, nasceu em Sobral/CE no dia 15 de novembro de 1910, formado em 1933 pela Faculdade de Medicina da Bahia. Casou-se em 4 de fevereiro de 1939 com a senhora Stela Diogo Rodrigues, filha de Raimundo Agostinho Rodrigues e de Elisa Diogo de Siqueira. Filhos desta união:

7.3.1.1. Joaquim;

7.3.1.2. José

7.3.1.4. Mário Jorge

7.3.1.5. Vânia

7.3.1.6. Paulo César

7.3.2. Dr. Agenor Gomes Carneiro Ribeiro da Frota, nasceu em Sobral em 14 de maio de 1913 e faleceu em 4 de março de 1941;

O INFAUSTO PASSAMENTO DO DR. FROTA: UM FILHO ILUSTRE DE SOBRAL

“DR. FROTA – O fatidico anno de 1915 não pôde terminar a sua terrível obra de destruição, sem ser mais uma vez nefasto a esta terra. Assim é que, nos últimos arrancos da vida, já nos estertores da morte feriu fundamente à sociedade e a família sobralense roubando mais um dos seus ilustres filhos. Há pouco havia seguido para o Rio de Janeiro em busca de melhoras à sua saúde bastante compromettida, o distincto clinico dr. Joaquim Ribeiro da Frota, deixando so seus parentes e amigos que possuía em profusão, na mais intensa desdação, e agora, quando todos, fora bem dar a sua aflicção aguardava uma bôa noticia de saude do digno sobralense, eis que o telegrapho no seu laconismo rude nos traz a desdadora nova do seu infausto passamento e 31 do mez findo, na Capital de Pernambuco. O illustre morto, que pelos seus raros dotes de cavalheirismo, desfrutava no seio da sociedade sobralense as mais valiosas sympathias, era viuvo e deixa dois filhos menores, que não tendo conhecido mãe, agora começavam a conhecer os carinhos paternaes. O Dr. JOAQUIM RIBEIRO DA FROTA, filho de Desembargador José Gomes da Frota e de D. Primilívia da Silva Frota, nascida a 26 de março de 1882, na cidade de Viçosa, fez o seu curso de humanidades no Liceu de Fortaleza, matriculando-se na Faculdade de Medicina de Bahia, onde se dotorou em 1914, tendo sido interno do Hospital Izabel na mesma cidade onde revelou de maneira exhuberante decidida vocação pela carreira que abraçou. Casou-se nesta cidade com D. Maria Agenora Gomes da Frota, filha do Dr. Vicente Cesário Ferreira Gomes da Frota, em 29 de janeiro de 1910, de cujo matrimônio nascem José e Agenor, que ficam duplamente órphãos. Era neto do cel. Joaquim Ribeiro da Silva e do Cap. Francisco Gomes da Frota. O saudoso morto, já preso da terrível moléstia que o victimou, dizia os seus intimos que a sua vida estava muito ligada a de seu pae. E de fato o desditoso moço, como seu pae, morreu ao chegar em Pernambuco, de viagem para o Rio em busca de melhoras à saúde e 2 annos  6 mezes depois da morte da esposa.” (A LUCTA apud ILV PÁG 64, Tomo 6, Pág. 64-65).

FONTE:

BARRETO, Viçosa do Ceará Sob um olhar histórico, 2012, Págs. 391-393.

LEAL, Vinícios Barros apud REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ, Fortaleza 100, 174-178, JAN/DEZ, 1980

A LUCTA apud ILV, TOMO 6, 2021, Pág. 64.